quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Vereadores reabrem trabalhos e prefeito João Bosco deixa sessão sem explicar Estado de Emergência de Teixeira de Freitas

Vereadores reabrem trabalhos e prefeito João Bosco deixa sessão sem explicar Estado de Emergência de Teixeira de Freitas
   




 
 
 

Por Athylla Borborema 
A Câmara Municipal de Teixeira de Freitas reabriu com seu plenário prestigiado pela população os seus trabalhos legislativos do exercício de 2013, com a realização de uma sessão solene na presidência do vereador Ronaldo Alves Cordeiro, o “Ronaldo Baitakão” (PSC). 
O ponto alto da sessão foi a aprovação de uma moção de pesar de autoria da vereadora Oneidi Alves de Sousa (PSB) em conforto às familiares das 238 vítimas da tragédia de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Outro ponto alto da primeira sessão do ano foi o discurso do juiz de direito Roney Moreira, que convocou a sociedade a ficar de olho nos maus políticos e que esta mesma sociedade ajude com ideias os seus representantes e ao mesmo tempo em que fiscalize suas ações. 
O prefeito João Bosco (PT), também se fez presente na sessão, onde defendeu uma integração de trabalho entre o executivo e o legislativo em prol de um projeto para construir Teixeira de Freitas e depois se ausentou da sessão, temendo questionamentos em torno de alguns atos da sua administração, que até o momento não foram explicados, a exemplo da publicação do Estado de Emergência do município por três meses, com publicação ocorrida no último dia 31 de janeiro de 2013 e que vem gerando dúvidas e desconfianças na população.
Para o presidente da Câmara Municipal, vereador Ronaldo Alves Cordeiro, o “Ronaldo Baitakão”, o prefeito João Bosco precisa dar uma satisfação à população teixeirense sobre o referido decreto que por sinal, pegou todos de surpresa, tendo em vista que ninguém soube de nenhuma catástrofe no município e se sabe somente que o município está sofrendo mesmo é por ordem de planejamento. E lembrou que a justificativa do prefeito precisa ser feita antes mesmo que este decreto seja questionado juridicamente sobre sua legalidade e não gere mais suspeição sobre sua intenção e não gere também, mais ônus e desgaste para o Governo Municipal que está apenas iniciando sua administração e muito precisa por fazer pela cidade
 
   
 

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