sexta-feira, 13 de julho de 2012

Eleições 2012 podem movimentar 13 Bilhões em todo Brasil

TSE-urna-eletronica-eleicoes-2012jpg No dia 7 de outubro de 2012, 135 milhões de brasileiros vão às urnas escolher 5.565 prefeitos e 57.748 vereadores que darão as cartas nos municípios nos próximos quatro anos.
Mais do que uma manifestação da solidez democrática do País, as eleições são também um negócio bilionário. Segundo dados da Associação Brasileira de Consultores Políticos (Abcop) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o próximo pleito deve movimentar pelo menos R$ 13 bilhões, valor que corresponde a quase todo o faturamento anual de uma empresa como a Usiminas, uma das maiores siderúrgicas da América Latina. Parte desse montante é bancada pelo próprio contribuinte brasileiro.
Apenas o TSE vai desembolsar R$ 6 bilhões para organizar as eleições e R$ 1 bilhão será gasto com propaganda eleitoral gratuita.  Mas existe o outro lado.
Os candidatos devem injetar na economia pelo menos R$ 6 bilhões, dinheiro investido na contratação de pessoal, marketing político e despesas operacionais. “Talvez esse seja o preço da manutenção e aprimoramento da democracia que serve de modelo para muitos outros países”, diz o sociólogo Fábio Gomes, do Instituto Informa do Rio de Janeiro.
VOTE CERTO, VOTE NO NOVO.... PROFESSORA ELIENE 13.111

quinta-feira, 12 de julho de 2012

PARA VEREADORA : PROFESSORA ELIENE 13.111

PROFESSORA ELIENE  13.111

A Paridade entre homens e mulheres é uma das prioridades da CUT

06/07/2012

Em artigo, presidente da CUT Nacional, Artur Henrique, defende equidade e igualdade de gênero como um direito fundamental

Escrito por: Artur Henrique


A equidade e igualdade de gênero são direitos fundamentais para a construção de um modelo de desenvolvimento, com justiça social e ambiental, combate à pobreza, geração de renda, valorização do trabalho e liberdade e autonomia sindicais.
Estamos falando em reconhecer imparcialmente os direitos de homens e mulheres e, também, em assegurar a igualdade de oportunidades para ambos os sexos. Ou seja, em garantir, sem discriminação de gênero, acesso ao mercado de trabalho, à educação, aos serviços de saúde, participação na economia e em processos decisórios nas empresas, nas entidades sindicais e de direitos das mulheres, enfim, em todas as instâncias da sociedade, inclusive nas relações interpessoais.
Esta é uma concepção da qual a CUT não abre mão. Para nós, democracia só com liberdade e igualdade de oportunidades e acesso para todos. E isso não se faz sem democratização das relações, sem a divisão do poder entre homens e mulheres que, apesar da inserção no mercado de trabalho, na política e nos meios acadêmico e sindical, ainda ocupam a maioria dos cargos subalternos.
Queremos acabar com essa subalternidade, garantir que as mulheres tenham poderes para decidir. No caso da instância sindical, desde as pautas de reivindicações de suas categorias até as formas de luta, de negociação. E a nossa central já deu vários passos em direção à democratização das relações de gênero. No movimento sindical, fomos pioneiros na discussão de temas como descriminalização do aborto e aprovação de cota mínima de gênero de 30% para os cargos de direção.
Em 2011, mais um avanço: aprovamos na 13ª Plenária Nacional a intensificação do debate sobre a participação igualitária entre homens e mulheres para os cargos de direção da Central, tanto nas instâncias estaduais quanto na nacional.
A luta pela igualdade de oportunidades é histórica e em nosso 11º Congresso Nacional da CUT, em julho, aprovaremos a paridade entre homens e mulheres nos cargos da diretoria executiva da CUT Nacional e das CUTs Estaduais. Mais um passo na caminhada pelas necessárias transformações na sociedade promovendo os direitos à igualdade, construindo novos modos de organizar a vida social para além da mercantilização e do autoritarismo do capital, consolidando um Estado da solidariedade, igualitário, orientado pelos valores do socialismo democrático.

Fortalecimento dos sindicatos é essencial para garantir o protagonismo do Estado no combate à crise

09/07/2012

Seminário Internacional abre o 11º CONCUT com a presença de 140 lideranças de mais de 40 países

Escrito por: Wiliam Pedreira e Leonardo Severo


  Dorival Elze  
Artur na mesa
Artur na mesa "Liberdade e Autonomia fortalecendo a organização sindical"
O Seminário Internacional “Os desafios dos trabalhadores e das trabalhadoras no enfrentamento da crise” abriu oficialmente, nesta segunda-feira (9), o 11º Congresso Nacional da CUT, que reúne cerca de 2.500 delegados e delegadas de todo o país na capital paulista.
Na avaliação do secretário de Relações Internacionais da CUT, João Antonio Felício, o Seminário cumpre um papel chave para fortalecer a organização sindical e capitanear ações comuns em defesa de um maior protagonismo do Estado no combate aos desmandos do capital, em especial do sistema financeiro, que busca ampliar ainda mais seus lucros por meio da política de “ajuste fiscal, arrocho salarial e precarização de direitos”.
A abertura contou com a presença de mais de 140 lideranças internacionais de 40 países, de todos os Continentes. Segundo João Felício, o Seminário é uma novidade que dialoga com a visão da CUT de que é necessário unir e mobilizar, para avançar coletivamente.
Para o presidente da Confederação Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas (CSA), o canadense Hassan Yussuff, o compromisso e a solidariedade que vêm sendo manifestados pela CUT, com sua longa experiência, colocam a atuação do movimento sindical internacional em novo patamar, com melhores condições de defender os interesses da classe.
O aprofundamento da crise nos países capitalistas centrais e os iminentes ataques ao movimento sindical, declarou o presidente nacional da CUT, Artur Henrique, reforçam a responsabilidade e a necessidade do fortalecimento da cooperação e unidade entre os diversos atores sociais e ampliam a importância de garantir um movimento sindical forte e atuante.
Citando três exemplos, o presidente da CUT, lembrou que o sistema constitucional brasileiro limita e engessa as ações do sindicalismo. “Primeiro, porque hoje quem decide a existência de um sindicato não são os próprios trabalhadores, mas o Ministério do Trabalho. Segundo, quem decide sobre o poder de fazer uma greve não são os trabalhadores livres e organizados, mas a Justiça do Trabalho que impõe pesadas multas aos sindicatos. E terceiro, não são os trabalhadores que decidem democraticamente a forma de sustentação de seu sindicato, que fica à mercê do Tribunal de Contas ou do Ministério Público Federal”.
Artur lembrou que quando a CUT lançou a Campanha por Autonomia e Liberdade Sindical queria consolidar avanços concretos e, para isso, “não basta apenas aprovar a Convenção 87 da OIT, mas uma legislação que garanta a organização no local de trabalho e o combate às práticas antissindicais”.
PROTAGONISMO DAS MULHERES
A secretária nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, Rosane Silva, coordenou a primeira mesa sobre o modelo de organização sindical e a influência da crise na vida dos/as trabalhadores/as, lembrando que a mão de obra feminina é a mais afetada. Para sermos vitoriosos nesta luta contra os abusos do capital, disse Rosane, é essencial que as entidades sindicais estimulem a participação das mulheres.
  Dorival Elze  
Plenário acompanhou atentamente as exposições e também participou dos debates
Plenário acompanhou atentamente as exposições e também participou dos debates
O secretário de Política Econômica e Desenvolvimento Sustentável da CSA, Rafael Freire, destacou que o aprofundamento da crise na Europa e nos EUA tem impactado negativamente as já debéis relações de trabalho herdadas dos anos neoliberais no conjunto do Continente. “O que os empresários estadunidenses, alemães, brasileiros e argentinos defenderam durante a última reunião do G20 para a empregabilidade da juventude, por exemplo, é uma aposta no atraso. Dizem que para ter mais empregos é necessário flexibilizar, que os jovens precisam abrir mão de direitos e da sindicalização”, denunciou. Neste exato momento, destacou Rafael, “há sindicalistas sendo ameaçados de morte, há trabalhadores morrendo em acidentes de trabalho no nosso Continente”, o que torna imprescindível uma atuação conjunta e solidária. Para isso, enfatizou, “a CUT vem sendo um exemplo, com uma cooperação real no eixo de colaboração Sul-Sul”.
PERSEGUIÇÃO NOS EUA
A diretora de Relações Internacionais da central estadunidense AFL-CIO, Cathy Feingold, denunciou a perseguição que vem sendo praticada contra os trabalhadores em seu país, onde a taxa de sindicalização é de apenas 11,8%. “Como temos 6,9% de sindicalizados no setor privado e 37% no setor público, é neste último que a direita está concentrando seus ataques em todos os Estados, de forma coordenada. É um ataque político em direção à privatização dos serviços, que aumenta os lucros também com a redução dos salários, com a precarização de direitos”, esclareceu. Conforme Cathy, para implementar esta política, tentam implantar o “sistema do medo”, como no Estado do Alabama, onde “se interrogam pessoas na rua, com comportamentos racistas contra os imigrantes”. Uma das principais reivindicações dos sindicalistas, acrescentou, é garantir um “salário prevalescente” para os operários da construção civil, o setor mais afetado pela crise que devasta a economia dos EUA. “Queremos impedir que os empresários rebaixem salários e normas para ganhar a concorrência de grandes obras públicas. Estamos nesta luta”, frisou.
Presidente da Confederação Sindical Internacional (CSI) e da central alemã DGC, Michael Sommer reiterou seu apoio à campanha da CUT por liberdade e autonomia sindical. Sommer fez um breve relato da experiência do sindicalismo alemão, lembrando que a independência diante do governo e dos patrões, por meio da contribuição dos sindicalizados, bem como “o combate à divisão e à pulverização, que nos enfraquecem”, são pontos essenciais nesta jornada. “É esta unidade de ação, é esta autonomia, que nos permitem lutar para garantir conquistas e avançar”, concluiu.
Com a mediação de João Felício, o Seminário prossegue à tarde, debatendo “As várias faces da crise”. A mesa contará com a presença de Vladimir Safatle, filósofo, professor doutor da USP; Victor Baez, secretário geral da CSA e Roland Schneider, assessor politico senior da Trade Union Advisory Committee (TUAC), Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD) in Paris.

Rede de Trabalhadores da CMPC



Companheiros representantes dos trabalhadores da CMPC, gostaria de efetivar esse espaço para nos comunicarmos e trocarmos informações referente as questões que envolvem os direitos dos trabalhadores nos paises que a CMPC tem unidades fabris.
Como exemplo estou informando o horário de trabalho da Melhoramentos na Unidade de Guaíba/RS - Brasil.
São dois turnos de trabalho nesta unidade nova de Guaíba.
Turnos fixos: das 06:00 às 14:00 e das 14:00 às 22:00
Horário Administrativo: das 08:00 às 17:00 com intervalo de almoço de 01 hora.
Em um próximo comunicado, vou informar as funções e os salários correspondentes.
Saudações
Walter Fogaça