quinta-feira, 30 de maio de 2013

Fechado Acordo Salarial na Kimberly Clark da Bahia

Fechado Acordo Salarial na Kimberly Clark da Bahia

A Kimberly-Clark do Brasil está implantando sua nova unidade no município de Camaçari, às margens da Ba-535 via parafuso km 13,5. A empresa irá produzir nessa  unidade: absorventes, fraldas geriátricas e papel higiênico. Haverá ainda um  Centro de Distribuição (CD)  de produtos que vai  gerar cerca de 400 empregosdiretos.
Após o primeiro contato entre o Sindicato Local (Sindicelpa-BA) e a empresa, foi fechado um acordo tampão, com validade de  1º de outubro de 2012 a 31 de janeiro de 2013, tendo em vista que,  na época,  a maioria dos novos contratados fazia  treinamento na unidade de Mogi das Cruzes, em São Paulo. Na ocasião, ficou também definida a data-base  em fevereiro. Calculadas as perdas proporcionais do período compreendido entre 1º de outubro 2012 a 31 de janeiro 2013, totalizaram um percentual de 3,15%. Os salários serão reajustados em 5% com ganho real de 1,85%.
 Evolução nas clausulas econômicas
Piso Salarial R$970.00;
Horas Extras 75% e 100%;
Prêmio de Férias R$1.050,00;
Cesta Básica R$ 165,00;
Adicional Noturno 35%;
Auxilio Creche R$170,00;
Auxilio Funeral R$ 2.850,00;
Auxilio para Filhos com necessidades especiais R$ 970,00;
Auxilio Escolar R$190,00.
Assistência Medica e Odontológico, a empresa arcará com 100% do plano.

Papeleiros realizam manifestação em frente à CMPC Papéis em Mogi das Cruzes (SP)

Papeleiros realizam manifestação em frente à CMPC Papéis em Mogi das Cruzes (SP)

O Sindicato Local de Mogi das Cruzes e Região (SP)  realizou na tarde desta quarta-feira, dia  29/05, uma manifestação em frente à empresa CMPC Papéis (antiga Melhoramentos).
O  ato teve  como objetivo pressionar a direção da empresa, de capital chileno,  para que inicie negociações com o  Sindicato sobre várias reivindicações da categoria.
A atual direção tem se esquivado das negociações com o Sindicato sobre as  diversas irregularidades que vêm ocorrendo na empresa, tais como, acúmulo de funções pelos funcionários, excessiva pressão de chefias, relação autoritária de trabalho, etc.
“A partir de agora, com essa grande mobilização, a direção da empresa irá com toda a certeza rever essa postura autoritária e truculenta”, disse Marcelo Cavalheiro Mendes, presidente do Sindicato Local.