Bosco fala como prefeito eleito e diz que política de alianças lhe deu a vitória
  
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Por Ronildo Brito

O prefeito eleito de Teixeira de Freitas, João Bosco Bittencourt (PT) concedeu uma entrevista no início da tarde desta segunda-feira (8) ao radialista Fernando Moulin, apresentador do Jornal do Meio Dia da Rádio Caraípe (100,5 FM) e assegurou que a política de alianças adotada por ele e a coordenação de sua campanha, foi o que mais contribuiu com sua vitória. “Ficamos preocupados quando o meu adversário [Timóteo] levou a vereadora Marta para a sua vice, já que naquele momento o nome dela era cogitado para compor comigo. Mas depois que finalizamos o acordo com Gilberto do Sindicato, tivemos a certeza que afinamos com a militância e o anseio da população teixeirense”, disse Bosco, que fez questão de ressaltar ainda o apoio do radialista Lucas Bocão e do ex-deputado Uldurico Pinto.


O prefeito eleito João Bosco aproveitou a entrevista para criticar a postura dos seus adversários que nas vésperas da eleição teriam jogado nas ruas e praças da cidade milhares de panfletos denegrindo sua imagem. “Está claro que a população não aceita mais essa campanha do terror. Adotamos a estratégia de não responder nada, porque tínhamos certeza que era justamente com esse desespero que a população ia perceber a nossa diferença”, pontuou. Sobre as especulações que surgiram na cidade de possíveis mudanças no quadro do funcionalismo municipal, Bosco tranqüilizou a todos e ressaltou a função de cada um para que os serviços públicos municipais possam funcionar corretamente. “Gosto muito de valorizar as pessoas e principalmente todas que trabalham comigo. Sei que precisarei contratar muita gente, mas também gosto de cobrar resultados”, afirmou.
Perguntado por Moulin se a sua meta de campanha de trabalhar em parceria com os governos do Estado e Federal iria mesmo ser colocada em prática, o prefeito eleito João Bosco foi taxativo ao afirmar que somente com as finanças municipais seria impossível implementar os projetos de infraestrutura que ele tem em mente para Teixeira de Freitas. “Observem bem, que essa obra de saneamento básico que está sendo executada em nossa cidade, está custando R$ 92 milhões com recursos oriundos do PAC. O orçamento anual nosso está previsto em R$ 190 milhões. Com todas as despesas municipais, incluindo educação, saúde e funcionalismo, jamais teríamos condição de bancá-la. Vou montar estrategicamente a secretaria municipal de Planejamento, para que possamos atrair os investimentos necessários para o município”, assegurou.
Em relação ao processo de transição entre o governo Apparecido e a sua gestão, Bosco falou não enxergar problemas, pois classificou o atual gestor municipal como uma pessoa responsável e honrada e que jamais iria “colocar uma casca de banana” para o seu pessoal escorregar.
Na parte final da entrevista o prefeito eleito João Bosco Bittencourt, médico de formação e petista de longos anos, respondeu um questionamento do radialista Fernando Moulin sobre o fato de o mesmo não possuir técnicos em número suficiente para lhe ajudar a governar a maior cidade do baixo extremo sul. “O meu plano de governo possui mais de duzentas páginas e demorou seis meses pra ser construído. Centenas de pessoas ou participaram da elaboração, ou foram ouvidas por nós. Então eu tenho muitos técnicos pra mim auxiliar e na própria cidade de Teixeira de Freitas conhecemos diversas pessoas competentes e que podem tranqüilamente exercer um cargo de confiança em nossa administração”, disse. Bosco aproveitou a oportunidade para alfinetar seu adversário na disputa, o deputado Timóteo Brito, pelo fato de o mesmo não ter ido em nenhum debate da campanha e ter supostamente copiado o seu plano de governo de um feito para o município de Caravelas. “Queria ter perguntado a ele [Timóteo] como teve a coragem de copiar o plano de governo de um município totalmente diferente do nosso. Hoje não é mais possível governar um município dessa maneira. Felizmente vencemos a eleição e posso garantir que minhas propostas, quando colocadas em prática, vão mudar pra melhor a cidade de  Teixeira de Freitas”, falou.
E finalizou: “~Quero agradecer a Deus, minha família, principalmente meus filhos que sofreram comigo, ao meu vice Gilberto, ao radialista Lucas Bocão, aos candidatos a vereador, todos os representantes dos partidos que participaram da composição e principalmente à população de Teixeira de Freitas pela expressiva votação”. E brincou: “Esperava oito mil votos de frente, mas essa vantagem superior a 12 mil, aliás que aproxima-se do número 13 [risos], me deixou muito feliz”.
Resultado
João Bosco (PT) foi eleito com 38.666, ou 57,75% dos votos válidos, contra Timóteo Brito (PSD), segundo colocado, que obteve 26.335 votos (39,33%), uma vantagem de 12.331 votos do petista.
   
Bosco fala como prefeito eleito e diz que política de alianças lhe deu a vitória
  
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Por Ronildo Brito

O prefeito eleito de Teixeira de Freitas, João Bosco Bittencourt (PT) concedeu uma entrevista no início da tarde desta segunda-feira (8) ao radialista Fernando Moulin, apresentador do Jornal do Meio Dia da Rádio Caraípe (100,5 FM) e assegurou que a política de alianças adotada por ele e a coordenação de sua campanha, foi o que mais contribuiu com sua vitória. “Ficamos preocupados quando o meu adversário [Timóteo] levou a vereadora Marta para a sua vice, já que naquele momento o nome dela era cogitado para compor comigo. Mas depois que finalizamos o acordo com Gilberto do Sindicato, tivemos a certeza que afinamos com a militância e o anseio da população teixeirense”, disse Bosco, que fez questão de ressaltar ainda o apoio do radialista Lucas Bocão e do ex-deputado Uldurico Pinto.

O prefeito eleito João Bosco aproveitou a entrevista para criticar a postura dos seus adversários que nas vésperas da eleição teriam jogado nas ruas e praças da cidade milhares de panfletos denegrindo sua imagem. “Está claro que a população não aceita mais essa campanha do terror. Adotamos a estratégia de não responder nada, porque tínhamos certeza que era justamente com esse desespero que a população ia perceber a nossa diferença”, pontuou. Sobre as especulações que surgiram na cidade de possíveis mudanças no quadro do funcionalismo municipal, Bosco tranqüilizou a todos e ressaltou a função de cada um para que os serviços públicos municipais possam funcionar corretamente. “Gosto muito de valorizar as pessoas e principalmente todas que trabalham comigo. Sei que precisarei contratar muita gente, mas também gosto de cobrar resultados”, afirmou.
Perguntado por Moulin se a sua meta de campanha de trabalhar em parceria com os governos do Estado e Federal iria mesmo ser colocada em prática, o prefeito eleito João Bosco foi taxativo ao afirmar que somente com as finanças municipais seria impossível implementar os projetos de infraestrutura que ele tem em mente para Teixeira de Freitas. “Observem bem, que essa obra de saneamento básico que está sendo executada em nossa cidade, está custando R$ 92 milhões com recursos oriundos do PAC. O orçamento anual nosso está previsto em R$ 190 milhões. Com todas as despesas municipais, incluindo educação, saúde e funcionalismo, jamais teríamos condição de bancá-la. Vou montar estrategicamente a secretaria municipal de Planejamento, para que possamos atrair os investimentos necessários para o município”, assegurou.
Em relação ao processo de transição entre o governo Apparecido e a sua gestão, Bosco falou não enxergar problemas, pois classificou o atual gestor municipal como uma pessoa responsável e honrada e que jamais iria “colocar uma casca de banana” para o seu pessoal escorregar.
Na parte final da entrevista o prefeito eleito João Bosco Bittencourt, médico de formação e petista de longos anos, respondeu um questionamento do radialista Fernando Moulin sobre o fato de o mesmo não possuir técnicos em número suficiente para lhe ajudar a governar a maior cidade do baixo extremo sul. “O meu plano de governo possui mais de duzentas páginas e demorou seis meses pra ser construído. Centenas de pessoas ou participaram da elaboração, ou foram ouvidas por nós. Então eu tenho muitos técnicos pra mim auxiliar e na própria cidade de Teixeira de Freitas conhecemos diversas pessoas competentes e que podem tranqüilamente exercer um cargo de confiança em nossa administração”, disse. Bosco aproveitou a oportunidade para alfinetar seu adversário na disputa, o deputado Timóteo Brito, pelo fato de o mesmo não ter ido em nenhum debate da campanha e ter supostamente copiado o seu plano de governo de um feito para o município de Caravelas. “Queria ter perguntado a ele [Timóteo] como teve a coragem de copiar o plano de governo de um município totalmente diferente do nosso. Hoje não é mais possível governar um município dessa maneira. Felizmente vencemos a eleição e posso garantir que minhas propostas, quando colocadas em prática, vão mudar pra melhor a cidade de  Teixeira de Freitas”, falou.
E finalizou: “~Quero agradecer a Deus, minha família, principalmente meus filhos que sofreram comigo, ao meu vice Gilberto, ao radialista Lucas Bocão, aos candidatos a vereador, todos os representantes dos partidos que participaram da composição e principalmente à população de Teixeira de Freitas pela expressiva votação”. E brincou: “Esperava oito mil votos de frente, mas essa vantagem superior a 12 mil, aliás que aproxima-se do número 13 [risos], me deixou muito feliz”.
Resultado
João Bosco (PT) foi eleito com 38.666, ou 57,75% dos votos válidos, contra Timóteo Brito (PSD), segundo colocado, que obteve 26.335 votos (39,33%), uma vantagem de 12.331 votos do petista.
   
Bosco fala como prefeito eleito e diz que política de alianças lhe deu a vitória
  
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O prefeito eleito de Teixeira de Freitas, João Bosco Bittencourt (PT) concedeu uma entrevista no início da tarde desta segunda-feira (8) ao radialista Fernando Moulin, apresentador do Jornal do Meio Dia da Rádio Caraípe (100,5 FM) e assegurou que a política de alianças adotada por ele e a coordenação de sua campanha, foi o que mais contribuiu com sua vitória. “Ficamos preocupados quando o meu adversário [Timóteo] levou a vereadora Marta para a sua vice, já que naquele momento o nome dela era cogitado para compor comigo. Mas depois que finalizamos o acordo com Gilberto do Sindicato, tivemos a certeza que afinamos com a militância e o anseio da população teixeirense”, disse Bosco, que fez questão de ressaltar ainda o apoio do radialista Lucas Bocão e do ex-deputado Uldurico Pinto.

O prefeito eleito João Bosco aproveitou a entrevista para criticar a postura dos seus adversários que nas vésperas da eleição teriam jogado nas ruas e praças da cidade milhares de panfletos denegrindo sua imagem. “Está claro que a população não aceita mais essa campanha do terror. Adotamos a estratégia de não responder nada, porque tínhamos certeza que era justamente com esse desespero que a população ia perceber a nossa diferença”, pontuou. Sobre as especulações que surgiram na cidade de possíveis mudanças no quadro do funcionalismo municipal, Bosco tranqüilizou a todos e ressaltou a função de cada um para que os serviços públicos municipais possam funcionar corretamente. “Gosto muito de valorizar as pessoas e principalmente todas que trabalham comigo. Sei que precisarei contratar muita gente, mas também gosto de cobrar resultados”, afirmou.
Perguntado por Moulin se a sua meta de campanha de trabalhar em parceria com os governos do Estado e Federal iria mesmo ser colocada em prática, o prefeito eleito João Bosco foi taxativo ao afirmar que somente com as finanças municipais seria impossível implementar os projetos de infraestrutura que ele tem em mente para Teixeira de Freitas. “Observem bem, que essa obra de saneamento básico que está sendo executada em nossa cidade, está custando R$ 92 milhões com recursos oriundos do PAC. O orçamento anual nosso está previsto em R$ 190 milhões. Com todas as despesas municipais, incluindo educação, saúde e funcionalismo, jamais teríamos condição de bancá-la. Vou montar estrategicamente a secretaria municipal de Planejamento, para que possamos atrair os investimentos necessários para o município”, assegurou.
Em relação ao processo de transição entre o governo Apparecido e a sua gestão, Bosco falou não enxergar problemas, pois classificou o atual gestor municipal como uma pessoa responsável e honrada e que jamais iria “colocar uma casca de banana” para o seu pessoal escorregar.
Na parte final da entrevista o prefeito eleito João Bosco Bittencourt, médico de formação e petista de longos anos, respondeu um questionamento do radialista Fernando Moulin sobre o fato de o mesmo não possuir técnicos em número suficiente para lhe ajudar a governar a maior cidade do baixo extremo sul. “O meu plano de governo possui mais de duzentas páginas e demorou seis meses pra ser construído. Centenas de pessoas ou participaram da elaboração, ou foram ouvidas por nós. Então eu tenho muitos técnicos pra mim auxiliar e na própria cidade de Teixeira de Freitas conhecemos diversas pessoas competentes e que podem tranqüilamente exercer um cargo de confiança em nossa administração”, disse. Bosco aproveitou a oportunidade para alfinetar seu adversário na disputa, o deputado Timóteo Brito, pelo fato de o mesmo não ter ido em nenhum debate da campanha e ter supostamente copiado o seu plano de governo de um feito para o município de Caravelas. “Queria ter perguntado a ele [Timóteo] como teve a coragem de copiar o plano de governo de um município totalmente diferente do nosso. Hoje não é mais possível governar um município dessa maneira. Felizmente vencemos a eleição e posso garantir que minhas propostas, quando colocadas em prática, vão mudar pra melhor a cidade de  Teixeira de Freitas”, falou.
E finalizou: “~Quero agradecer a Deus, minha família, principalmente meus filhos que sofreram comigo, ao meu vice Gilberto, ao radialista Lucas Bocão, aos candidatos a vereador, todos os representantes dos partidos que participaram da composição e principalmente à população de Teixeira de Freitas pela expressiva votação”. E brincou: “Esperava oito mil votos de frente, mas essa vantagem superior a 12 mil, aliás que aproxima-se do número 13 [risos], me deixou muito feliz”.
Resultado
João Bosco (PT) foi eleito com 38.666, ou 57,75% dos votos válidos, contra Timóteo Brito (PSD), segundo colocado, que obteve 26.335 votos (39,33%), uma vantagem de 12.331 votos do petista.
   

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